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Prensa para Romper Corpo de Prova de Concreto

Prensa elétrica de 5 kN a 1.000 kN (100 t) e prensa hidráulica para o ensaio de compressão de concreto, blocos, tijolos e argamassa, e para a tração do aço da construção civil.

Prensa elétrica Biopdi MBIOII-300-M2 de 300 kN, máquina universal de ensaios autoportante configurada para compressão

A prensa para romper corpo de prova de concreto da Biopdi é a prensa elétrica de 5 kN a 1.000 kN, até cerca de 100 toneladas-força, que rompe cilindros de concreto, blocos, tijolos e argamassa. É a máquina universal de ensaios da linha M2 montada para compressão: o motor elétrico move a travessa, a célula de carga mede a força e o software BioLab controla a taxa de carregamento da norma e calcula a resistência. Trocando o acessório, a mesma prensa faz a tração do aço das armaduras e a flexão de prismas.

A Biopdi também fabrica a prensa hidráulica, dedicada à compressão. Esta página mostra os modelos, a capacidade certa para cada ensaio da construção civil e o que a NBR 5739 exige da prensa.

A prensa elétrica no ensaio de compressão

Uma estrutura, vários ensaios: o que muda de um ensaio para outro é o acessório.

Prensa elétrica Biopdi MBIOII-1000-M2 de 1.000 kN, cerca de 100 toneladas-força, autoportante de piso, para ensaio de compressão de concreto

O maior modelo, a MBIOII-1000-M2, chega a 1.000 kN e rompe cilindros 15 × 30 de concreto de alta resistência. No ensaio de compressão, cada parte da prensa tem uma função:

  1. 1

    Travessa móvel desce sobre o corpo de prova na taxa de carregamento da norma, sem choques

  2. 2

    Célula de carga mede a força; na linha M2 é classe 1 pela ABNT NBR ISO 7500-1

  3. 3

    Pratos de compressão apoiam o cilindro, o bloco ou o prisma; com tiras de apoio, fazem a compressão diametral

  4. 4

    Software BioLab converte a taxa em MPa/s para kN/s pelo diâmetro medido, calcula fc e emite o relatório

  5. 5

    Painel e emergência posicionam a travessa e interrompem o ensaio

Qual capacidade para cada ensaio da construção civil

A força de ruptura é a resistência vezes a área. A tabela traz as contas dos corpos de prova mais comuns.

EnsaioNormaCorpo de provaContaForça de ruptura
Compressão de concretoABNT NBR 5739Cilindro 10 × 20 cm25 / 40 / 50 MPa × 7.854 mm²196 / 314 / 393 kN
Compressão de concretoABNT NBR 5739Cilindro 15 × 30 cm25 / 40 / 50 MPa × 17.671 mm²442 / 707 / 884 kN
Compressão de bloco de concretoABNT NBR 6136-2Bloco 14 × 19 × 39 cm (área bruta)4 / 8 / 12 MPa × 54.600 mm²218 / 437 / 655 kN
Tração por compressão diametralABNT NBR 7222Cilindro 10 × 20 cmF = π × d × L × f / 2, com f = 4 MPa126 kN
Tração na flexãoABNT NBR 12142Prisma 15 × 15 × 50 cm, vão de 45 cmF = f × b × d² / L, com f = 5 MPa38 kN
Compressão de argamassaABNT NBR 13279Metade do prisma 4 × 4 × 16 cm30 / 50 MPa × 1.600 mm²48 / 80 kN
Tração de barra de aço CA-50ABNT NBR 7480Barra Ø 20 / Ø 32 mmfst mínimo de 550 MPa × área nominal173 / 442 kN

Escolha uma capacidade acima da maior força prevista. Um laboratório que rompe cilindros 10 × 20 até 40 MPa (314 kN) fica bem servido pela prensa de 600 kN; quem rompe cilindros 15 × 30 de 50 MPa (884 kN) precisa da de 1.000 kN. Confira também a faixa verificada no certificado de calibração: ela tem de cobrir as forças menores, como os 38 kN de um prisma na flexão. Os guias de cada norma estão em NBR 5739, corpo de prova de concreto, NBR 6136-2, NBR 15270-2, NBR 13279, NBR 7222, NBR 12142 e NBR 7480.

O que a NBR 5739 exige da prensa

Três requisitos decidem se o resultado do rompimento vale.

Taxa de carregamento

Carga contínua e sem choques a 0,45 ± 0,15 MPa/s até a ruptura. Num cilindro 10 × 20, 0,45 MPa/s são 3,53 kN/s. O BioLab faz essa conversão pelo diâmetro medido e mantém a taxa durante o ensaio.

Classe da máquina

Classe 1 ou melhor no laboratório de ensaio; classe 2 só no laboratório de obra e na central de concreto. A classe é da máquina verificada pela NBR ISO 7500-1, não só da célula de carga.

Prato com rótula

O prato superior apoia num assento esférico, que gira para assentar na base do corpo de prova e evita carga excêntrica. Informe a norma no pedido para a proposta trazer os pratos compatíveis.

No rompimento, o corpo de prova fica centrado entre os pratos de compressão e a travessa desce até a ruptura. A figura mostra a prensa elétrica MBIOII-300-M2 no momento em que o cilindro de concreto rompe, com as fissuras inclinadas e o cone formado junto ao prato de baixo.

Prensa elétrica Biopdi MBIOII-300-M2 para romper corpo de prova de concreto, no rompimento de um cilindro entre os pratos de compressão, com a ruptura em cone
Prensa elétrica Biopdi MBIOII-300-M2 com pratos de compressão no rompimento de um cilindro de concreto. Imagem ilustrativa.

A calibração da prensa segue a ABNT NBR ISO 7500-1; o artigo sobre a calibração da máquina universal mostra o que conferir no certificado.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam antes de comprar uma prensa para corpo de prova.

Qual é a máquina usada para o rompimento de corpo de prova de concreto?

É a prensa de compressão, elétrica ou hidráulica, com capacidade acima da força de ruptura do corpo de prova e prato superior com rótula. Para cilindros 10 × 20 até 40 MPa, a força chega a cerca de 314 kN; para cilindros 15 × 30 de 50 MPa, a cerca de 884 kN. A prensa elétrica Biopdi vai de 5 kN a 1.000 kN, cerca de 100 toneladas-força.

Qual é a norma para o rompimento de corpos de prova de concreto?

A ABNT NBR 5739:2018 define o ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos de concreto: carregamento contínuo a 0,45 ± 0,15 MPa/s até a ruptura e resistência fc = 4F/(πD²). A moldagem e a cura dos corpos de prova seguem a ABNT NBR 5738.

O que é a prensa elétrica da Biopdi?

É a máquina universal de ensaios Biopdi da linha M2 montada com pratos de compressão. A força vem de um motor elétrico que move a travessa por fusos de esferas, sem óleo nem bomba hidráulica, e a máquina vai de 5 kN a 1.000 kN, cerca de 100 toneladas-força. Por isso atende os ensaios de compressão da construção civil e, trocando o acessório, também a tração do aço e a flexão de prismas.

Prensa elétrica ou prensa hidráulica: qual escolher?

A prensa hidráulica aplica a força por um cilindro com óleo e é dedicada à compressão. A elétrica controla a velocidade da travessa pelo motor e faz compressão, tração e flexão na mesma estrutura, com o software calculando o resultado. Para um laboratório que rompe só cilindros, as duas resolvem; para quem também ensaia aço, prismas ou blocos, a elétrica evita um segundo equipamento. Informe os ensaios no orçamento que a equipe indica a opção.

Qual capacidade de prensa preciso para romper corpo de prova de concreto?

A força de ruptura é a resistência vezes a área. Um cilindro 10 × 20 de 40 MPa rompe com cerca de 314 kN, e um 15 × 30 de 40 MPa com cerca de 707 kN. Escolha uma capacidade acima da maior força prevista, como na tabela desta página, e confirme no certificado de calibração que a faixa verificada cobre também as forças menores que o laboratório vai medir.

A prensa elétrica atende a NBR 5739?

A norma pede carregamento contínuo a 0,45 ± 0,15 MPa/s, máquina classe 1 ou melhor no laboratório de ensaio e prato superior com rótula. O software BioLab converte a taxa em MPa/s para kN/s a partir do diâmetro medido, e a célula de carga da linha M2 é classe 1 pela NBR ISO 7500-1. A classe da máquina montada sai da verificação no laboratório de calibração. Informe a norma no pedido para a proposta trazer os pratos compatíveis.

Quanto são 100 toneladas em kN?

Uma tonelada-força vale 9,807 kN, então 100 tf são cerca de 981 kN. O maior modelo, a MBIOII-1000-M2, tem 1.000 kN, ou 100.000 kgf, um pouco mais que 100 toneladas-força.

Dá para fazer outros ensaios na mesma prensa?

Sim, porque é uma máquina universal. Com garras, faz a tração de barras de aço pela NBR 7480; com o dispositivo de flexão, a tração na flexão de prismas pela NBR 12142; com tiras de apoio nos pratos, a compressão diametral pela NBR 7222. A troca é do acessório, não da máquina.

Qual a diferença entre prensa elétrica e máquina universal de ensaios?

Na Biopdi, nenhuma no equipamento: a prensa elétrica é a máquina universal configurada para compressão. O nome muda com o uso. Na construção civil, que rompe cilindros e blocos, o costume é dizer prensa; em metais e polímeros, que fazem tração, o costume é dizer máquina universal ou máquina de tração.

A prensa precisa ser calibrada?

Sim. A classe exigida pela NBR 5739 é a da máquina verificada pela ABNT NBR ISO 7500-1, por laboratório de calibração, e o certificado informa a faixa de força em que a classe foi atingida. O artigo sobre a calibração da máquina universal explica o processo e o que conferir no certificado.

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Configurado para o seu ensaio

Capacidade, pratos e acessórios escolhidos a partir dos seus corpos de prova e normas.

Fabricação própria, ISO 9001

Instalação, treinamento e suporte técnico feitos por quem projetou a máquina.